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Reflexões sobre Filosofia, Nietzsche, Foucault

A arte e a cultura são importantes porque elas despertam nas pessoas a possibilidade de expressarem seus sentimentos e construírem sua própria identidade. Além disso, elas têm uma utilidade que pode ser entendida em três tempos: no passado, para conservar o patrimônio e a memória coletiva de um povo; no presente, como forma de expressão e espaço de reflexão; e no futuro, logrando a configuração de novas realidades e cenários possíveis, através do estímulo da criatividade e da sensibilidade.

Para Nietzsche, os últimos homens são aqueles que se contentam com a mediocridade e a segurança, que não buscam mais o perigo e a aventura, que não se importam com a arte e a cultura. Para ele, o “espírito livre” é aquele que pensa de modo diverso do que se esperaria com base em sua procedência, seu meio, sua posição e função, ou com base nas opiniões que predominam em seu tempo, os espíritos cativos são a regra.

Nietzsche entende que o mundo aparente é o único e o mundo verdadeiro é apenas um acréscimo mentiroso. Segundo a avaliação de Nietzsche, essa suposição de um mundo teórico das ideias não se trata de um conhecimento “verdadeiro”, mas de uma necessidade da crença na existência da verdade. Ele fala sobre o mundo verdadeiro em sua obra “Assim falou Zaratustra”. Segundo Nietzsche, o mundo verdadeiro é uma ilusão ótica-moral do mundo aparente e não passa de uma contrariedade à metafísica e à razão grega que acreditavam que existe um mundo verdadeiro onde tudo é perfeito, como vemos no mundo das ideias de Platão. Nietzsche dizia que isso era mesquinhez com relação ao local em que vive, pois, a esperança de quem vive em um lugar ruim é que possa um dia estar em um lugar bom.

Já Foucault acreditava que o papel do filósofo sempre foi o de colocar um limite ao excesso de poder. Ele argumentava que o poder é uma relação social que se manifesta em todas as esferas da vida e que é exercido por meio de práticas discursivas e não discursivas. O filósofo francês defendia que o poder não é algo que possa ser possuído por um indivíduo ou grupo, mas sim algo que é exercido em relação aos outros.

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Sobre o autor

Maurício Ribas é escritor e diplomata, com obras que abordam direitos humanos, paz e reflexão sobre a vida, unindo experiência internacional e sensibilidade literária.

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